Cultura do Brócolis

Brassica oleracea var. itálica

–    Originário da costa do Mediterrâneo, precisamente na Itália, chegando ao Brasil com os imigrantes, por volta de 1910.
–     Planta semelhante à couve-flor.
–     Diferencia-se na inflorescência central, compacta (tipo “cabeça”) ou inflorescência lateral (tipo “ramoso”).
–     Formados por pequeninos botões florais, ainda fechados para comercialização e pedúnculo tenro.
Variedades
–     Ramoso: semeado fins de fevereiro e transplantada após 30 dias para o canteiro definitivo.
–     Começa a produzir em 80 dias
–     Pode oferecer até 10 cortes, a cada 7 dias.
–    Cabeça: após 120 dias, em média, depois do plantio produz as primeiras cabeças, com 20cm de diâmetro.
–     Após o primeiro corte, continua brotando novas cabeças a cada 15 dias por mais 6 vezes.

Clima e Solo
–     Mudas recém nascidas em canteiros de semeadura devem ser protegidas do sol.
–     O brócolos, embora resistentes a maus efeitos do frio, como má formação de cabeças, são também tolerantes.
–     Cultura exigente em micronutriente Boro e Molibdênio.
Plantio
–     Espaçamento: varia de 0,70 a 1,20 m entre as fileiras de plantas, 0,40 a 0,80 m. distância das plantas, de acordo com o tamanho que atinge a variedade.
–     As mudas, ao serem transplantadas, devem ter 6-7 folhas definitivas, o que se dá 30 a 36 dias após a semeadura.
–     Convém não irrigar o canteiro definitivo dois dias antes do transplante à torna a muda resistente à seca e melhorar a porcentagem de pegamento.
Tratos Culturais
–     O terreno deve ser bem destorroado, arando e gradeando duas vezes.
–     Capinas manuais devem ser freqüentes para eliminar o mato e quebrar a crosta que se forma na superfície do solo.
–     Brócolos devem sempre ser irrigados artificialmente em períodos sem chuva, de mais de uma semana.
Colheita e Comercialização
–     Devem ser colhidos antes que as flores se abram e mostrem suas pétalas amarelas (haste endurecida).
–     Brotações que nascem nas laterais, devem ser reunidas em maços. As cabeças grandes ficam isoladas.
–     A embalagem é feita em caixas de madeira, mas há necessidade de ventilação se o transporte é feito a maiores distâncias.
Pragas e Moléstias
–     “curuquerê” ou lagarta-da-couve, que ataca as folhas nos meses mais quentes.
–     Pulgão ou afídio, principalmente nos meses de pouca chuva (junho a setembro).
–     Lagarta-rosca nas sementeiras e plantas novas no campo.
–     Trips e nematóides também causam problemas.

 

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